Eu Sou “Dra”… fragmentos de reflexao e hip hop “cotonetizado”.
Sabado promissor depois da velha dica do futebol da base com amigos e irmaos da zona, mais do que esperado o final do dia tava ja garantido com a mana Iveth…. fiz me ao Africa na espectativa de a alma ritmica, sangue negro e quente de beats sassear.
Noite fresca, movimentacao leve da 24 de Julho, ……vamos cortar os bla bla e lets get to the show.
O show inicio em grande, tipo do principio com sons suaves de modo a espelhar o sangue quente que reside em mim, quando a cena é hip to tha hop… Awayo nao estaria melhor que nunca sob os apurados neuros-psicos do Gringo (sempre q chego a casa, ou mesmo no office faço os scripts diarios aos sons apurados do Bitologista), a temperatura subia no Africa, pois conforme o ja sabido Africa seja continente ou whatever é mesmo quente, e o Armadu from the streetz milenar QUEENS, pois a casa a espelhar o q seria o resto da noite, com o fervor no MIC e sob o coro do publico investindo no “real hip hop” em refrao de luz…. o mano Armadu teve a seu nivel, em elevacao a cada drop…
Sick brain (this nigga has real got sick brain – poisoned sh**), fez se ao palco e tratou de exaltar a bandeira hip hop, fazendo a peso o que todo people ja sabe, Iveth inicio se com o real “esgoto” e ainda carrega na veia… Sick drove nigga to call their own inside amplify no coro “Hip hop” sob o volume tremendo no maximo, mas as colunas respondiam a altura (man com akelas correntes atadas nunca cairiam), o underground scenary tava lançado…
Judy fez as devidas venias e espalhou o que ja em nos encontrava-se de tal forma “amargo” a alma tipica de hip hop em vulcoes sem epicentro unico… o hip hop é mesmo amargo, somente niggas com bolas e damas fortes mastigam.
Karaboss ao lado do 300 (damn!!! lets call all spartans in ONE – 3H), iniciaram se com a presidencia aberta e comandaram em b******, desta sem versao de radio… e q a Gpro mostrou q esta de volta, damn, nunca sequer bazou. Os dedos do G2 no beat encheram a casa nakele sound in elevation “karaboss The great”, o people vibrava como nunca visto… mas for real, that was cotonet show, o Spartan 3H, em freestyle que lhe é sempre igual a si declarou nunca ter ido ao oitavo dia da Rosa Ana Paulina (R.A.P), entao ela esta viva.
(Este freestyle recordou me a declaração do RZA “How can hip hop be dead, if Wu Tang is forever?”)
“Pior” ainda tava a caminho….
Breaks, in 10 min, DJ Devil chamou a poesia misturada ao som inconfundivel “Mc´s act like they dont know” do “The teacha”, seguido da biggest lady from Fugges por sinal umas “prefiradas” da Iveth, alma deste show.
O show voltou com a banda Ndyango no back, ei What a back!!! Izlo H, fez se aos sons diagnosticados e filtrados do back, e o povo pediu pa que os manos que nem sequer dar-se-ao o luxo de ler estas “porcas” linhas devolvessem o dinheiro do povo, e naquele momento entramos em uniformidade numa auto-migracao, e gritamos mais do que nunca NAO. Este som trará polvora aos corredores de muitos edificios, avenidas, ruas e ruelas… Izlo H, ainda usa no seu interior o lenço azul.
Pitcho, chamou o people ao mar da saudade que em alguns minutos possui-nos no nosso dia-a-dia, ei man os niggaz tem grandas saudades (tipo este show ainda nem terminou ja tou com saudade do mesmo man), e voltamos mais fortes ao recinto apos busca de nossas eternas saudades em varios pontos distantes guiados pelo Pitcho, com o mufana Xabindza, ei Xibindza mufana!!! Sigam comigo people “One mo’ time”…. ei Pitcho u gotta bring it back one mo’ time pa o people…. Quando eu achava que o comicio tava ja em estado de ebolicao, up to 100, o Lil Brother to the H, chama ao palco o puto q ninguem quer que saibam no job que com ele divide o murro da zona, a boleia, “o sumo”, a ideia, a harmonia, pa o SANTO palco, sob as elevadas notas das cordas e congas vs bateria, do time on the back… “Nelson Mandela”, foi uma chuva de verdades do novo som, “ei man, o puto ta mais forte e enraizado com a causa do seu povo mais do que nunca” sem ximas na lingua, igual a si mesmo, e o publico gritou a farta e desta “o grito passou o save”…. ha cenas tipo nao existe aparelhos q possam medir o grau e nivel de satisfacao…. o publico teve em grande nao ha raio x possivel nem aparelhos sob este, em A-ZA-GAIA. Seguiu se o som do qual excuso me a fazer comentarios, pois o refrao do pessoal na casa diz tudo nestas linhas “Quem vendeu minha patria?”…. (we already know)
(o Heitor recolheu o meu casaco e sua camisola e foi deixar no carro, o friozinho havia bazado, heheh)
Rage fez se ao palco e trouxe em carga uma das melhores almas do hip hop “freestyle” do chao ao topo…. ei man, real “niggaz gotta take pictures, on side, on front, on back… e registar as linhas do som na mente….
Moz Queen on hippa, Iveth, aterrou fortissima no podio, e escreveu o cenario do lançamento da “amiga” em Dra…(Dirty great lines lady)…. por mim o akela suja suja folha A4, contendo consoantes e vogais podres de verdade foi o céu do show… (like lil brother said, “niggaz devem bolas no lugar e as damas manter se fortes), por mim a Iveth nao mais precisa cantar, aquele papel trouxe o ponto mais everest do show… (yo, Joe, tens de postar no blog as linhas daquele poema “Dra”), ei people eu nao sou Dr….. veio se o Hip Hop ca va, sorry but this lady got “balls”… o som capulana hip hop, embrolhou o publico naquele mucume e ficamos todos bem agasalhados ao Africa… vivemos os momentos puros de hip hop e aguardamos com fervor o Convite…
Vive e deixa viver…. nada melhor pa fechar o comicio.
Objectativo alcançado… alma ritmica e sangue negro sasseado.
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